sábado, 4 de janeiro de 2014

Vivo a vida.

Eu não sei o sentido da vida.
Eu não sei o que eu sinto.
Eu não sei o que deveria sentir.
Eu não sei o que sentes.
Sei o que eu desejava que sentisses.
Sei que desejava que me quisesse.

Mas sei que não sou o bastante.
Perco-me em um oceano de vivências e sensações
E não sei sequer o que é meu e o que adquiri pelos outros

A vida é duvidosa. Não parece ter sentido.
Mas como errante  sinto que deve haver algo.
Não é possível: tem de haver uma sina. Tem de haver uma condução.

Pareço perdido e de fato devo estar. Mas não na vida. E sim no compreendo dela.

Tudo duvidoso. Pareço-me perdido. Sinto-me só. Estou no caminho.

Eis a vida: vivendo-a.