A língua solta fala.
A orelha entupida pela vaidade e pelo orgulho ensurdece;
A orelha aberta ouve.
Os olhos vendados pela ignorância e pelo desprezo cega;
Os olhos descobertos veem.
Línguas, orelhas e olhos livres podem ser prejudiciais ao outro e a si, mas a liberdade e a verdade não iludem, não diminuem as pessoas. Se em todos os momentos fossem libertos das amarras de nossa fraca moral, como seriam as relações humanas? Haveria?