quarta-feira, 30 de maio de 2012
Quem é esse aí?
Queria poder escrever sobre a minha história e reencontrar-me, saber quando e onde me perdi.
Mas não sem nem por onde começar, que dirá como terminar essa história?
Diga-me onde fui parar, pois este aqui não sou eu.
Sou forte
Amo e admiro a vida
Quero ficar acordado o máximo que puder
Pois uso o tempo como meu aliado, e não inimigo
Amo os meus amigos,
Amo minha família,
Amo meu companheiro,
Mas, sobretudo, amo a mim mesmo.
Nada está acima dos meus desejos
Senão as responsabilidades de ser um jovem,
E não ainda um adulto.
Onde fui parar?
Porque hoje sou fraco, tenho medo de viver, medo do amanhã e nojo do hoje. Não amo minha família, mal posso curtir meus amigos, o tempo é uma desgraça e eu quero dormir a cada instante. Tenho uma obsessão pelo meu companheiro que eu me recuso a chamar de amor e se há algo acima dos meus desejos são minhas próprias limitações, grandes e numerosas. Sou um adulto, mas pareço mais jovem de quando jovem eu era realmente.
Ah, que destino é esse? Como vim parar aqui?
Sai de mim, deixe-me ser quem sou, viver como devo ser e enfim ser feliz! Felicidade, volte.
