Como pode coexistir tanta ingenuidade e inocência e amor e sentimentos num ser totalmente cético, frio, desamado e sem sentimentos?
Talvez o paradoxo seja um desafio imposto à vida de algumas pessoas, talvez uma motivação de viver.
Talvez não.
Viver, simplesmente viver. Para que questionar tanto?
Basta viver.